Indústria
Coleta de resíduos industriais
Equipamento dimensionado para a geração da sua planta, do contêiner de 1,1 m³ à caixa roll-on de 30 m³, com documentação em dia a cada remessa.
Setores atendidos
Esses quatro concentram a maior parte da operação, mas não são os únicos atendidos. A vantagem de já conhecer o setor está no detalhe: o fluxo de geração, os picos de volume e as exigências de acesso mudam de uma planta para outra.
Qual equipamento para cada volume
O equipamento certo é o que enche no ritmo em que a planta gera. Superdimensionar é pagar coleta de caixa pela metade; subdimensionar é acumular resíduo fora do ponto, que é o que gera autuação.
| Equipamento | Capacidade | Carga |
|---|---|---|
| Contêiner plástico ou metálico | 1,1 e 1,2 m³ | Rota compartilhada |
| Caçamba estacionária | 5 e 7 m³ | Exclusiva |
| Caixa compactadora | 17 m³ | Exclusiva |
| Caixa roll-on-roll-off | 26, 28 e 30 m³ | Exclusiva |
| Tambor e bombona | 200 litros | Exclusiva — Classe 1 |
A caixa compactadora costuma ser a decisão de maior impacto no custo: em material volumoso e leve, como plástico e papelão, ela reduz drasticamente o número de coletas para o mesmo peso transportado. Veja todos os equipamentos.
O equipamento fica na planta ou o caminhão vai e volta?
Das duas formas. O equipamento pode ficar posicionado dentro da planta, para a equipe segregar ao longo do turno, com retirada na frequência combinada. Ou a coleta pode ser direta, com o caminhão carregando e retornando no mesmo movimento.
Geração contínua costuma pedir equipamento fixo; geração eventual, como parada de manutenção ou limpeza de área, se resolve melhor com coleta direta.
Entramos em planta com exigência de integração, NR e EPI específico.
Isso costuma ser um filtro silencioso na contratação: indústria de grande porte não libera acesso a motorista sem integração de segurança, e fornecedor que não atende esse requisito acaba atendendo só a portaria — o que inviabiliza equipamento posicionado na área produtiva.
Do chamado ao comprovante
Pesagem: o que dá para comprovar
Em carga exclusiva — caçamba, compactadora, roll-on — a retirada tem comprovante de pesagem próprio. Na rota compartilhada do caminhão compactador, o veículo recolhe contêineres de vários clientes e é pesado com a carga inteira: o peso é o da rota, não o de cada ponto, e não existe forma de separar.
O que fecha o ciclo, em qualquer caso, não é o peso — é o documento. Quem emite recebe sempre o retorno: CDF no controle estadual, CTR-e com a baixa do destino no municipal.
A documentação da sua remessa
Resíduo industrial em São Paulo circula sob controle estadual: MTR emitido pelo gerador no SIGOR da CETESB a cada remessa, encerrado com o Certificado de Destinação Final. Se a planta fica na capital e o resíduo é de grande gerador, soma-se o controle municipal do SP Regula. Dependendo da atividade e do tipo de resíduo, pode ser exigido CADRI.
A Ecotrans presta assessoria em todas essas etapas, com engenheiros ambientais próprios. Veja o guia de MTR, CDF, CTR-e e CADRI.
Nem todo resíduo industrial é perigoso.
Boa parte do que uma planta gera é Classe 2. Mas havendo inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade ou patogenicidade, o resíduo é Classe 1 e o procedimento muda — acondicionamento, veículo e destinação. Ver resíduos perigosos.
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Conte o tipo de resíduo e o volume gerado, e retornamos com o equipamento indicado, a frequência e a rota de destinação.